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Pequenas considerações sobre o nosso papel assistencialista em ajudar o próximo. Algo tão esquecido e tão pouco pregado nas igrejas nos dias de hoje.

ajudar o próximo

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?”

Mateus 7:7-11

Este versículo é muito usado nas igrejas adeptas da Teologia da Prosperidade. De acordo com eles Deus dá tudo o que nós pedimos. Sendo assim, para termos o que quisermos, e geralmente é associado este querer a bens materiais, basta pedirmos a Deus.

Mas é bem interessante analisar este texto e veremos algo curioso. Seguindo o texto vimos:

“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.”

Mateus 7:12-14

Assim percebemos que Jesus diz que Deus atende aos nossos pedidos. E seguindo a sua pregação notamos que ele nos confronta para fazer-mos o que queremos que façam conosco. Acho um tanto curioso esta sequência deste sermão. Pois sempre me pareceu como Jesus ensinando que Deus nos dá a oportunidade de ajudar as pessoas necessitadas que precisam de nossa ajuda. Note que necessitados não se refere apenas a materialidade, mas sim qualquer tipo de apoio.

O mais curioso é como o texto se desdobra, o Caminho Estreito. Deve ser por isso que as pessoas são tão apegadas aos seus bens para as impedirem de ajudar o próximo, este é verdadeiramente o Caminho Estreito.

Oremos para sermos mais predispostos a ajudar nossos irmãos, assim como Cristo nos ensinou. Pois o mundo prega cada dia mais para estarmos presos a Mamom. Precisamos percorrer o Caminho Estreito, o caminho de amor e graça.

O que nós como cristãos temos feito para mudar a sociedade. Não seria este papel da Igreja de Cristo? Despertar para a plenitude do evangelho é necessário.

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2

crime

O Censo 2010, divulgados pelo IBGE, divulgado em setembro de 2014, trouxe um dado interessante sobre o público evangélico no Estado do Espírito Santo. Que 33,1% dos capixabas são cristãos protestantes, ou como são mais conhecidos hoje, evangélicos. Sendo este o Estado com maior proporção de cristãos protestantes no Brasil, que possui o índice médio de 22,2%.

Porém outro dado interessante é que 61,69% destes protestantes não possuem responsabilidades na igreja. E que 50,12% não participam de nenhum projeto social ou missionário. Ao qual, Elmir Dell’Antonio, cientista social e pastor da Igreja Batista Filadélfia, em Vitória, alega que o cotidiano do cristão é o que mais interfere nesta inatividade.

Além destes dados gostaríamos de trazer alguns questionamentos que refletem no papel social da Igreja para a sociedade. O Espírito Santo é conhecido pelo seu alto índice de homicídio, sendo o segundo Estado mais violento, com o índice de 47,3 mortes para cada 100mil. E o mais violento para as mulheres, índice de 11,24 mortes de mulheres para cada 100mil.

Estes dados nos trazem o questionamento do que estamos fazendo para a sociedade. O porquê um Estado com tão forte presença cristã, oferece índices tão tristes. Será que os cristãos realmente estão muito ocupados com o seu dia-a-dia, que mal interferem no seu meio?

Como cristão deveríamos atuar para o cumprimento da Palavra de Deus neste ambiente, para que vidas sejam salvas, atingindo diretamente nestes índices. Que legitimidade temos em falar do Amor de Cristo, se deixamos nossos jovens morrer para o crime e as mulheres serem agredidas pelos próprios maridos? Precisamos parar de nos preocuparmos apenas com os nossos umbigos, interceder e agir para mudar este quadro.

Fonte: Gazeta Online.

Cuidados que devemos tomar com homens de caráter duvidoso, de coração duro, muitas vezes para benefício próprio e corromper a Igreja.

“Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.”

I Conrítios 5.11

julgamento

É com muito pesar que trago esta mensagem de Deus, pois infelizmente é algo que acontece com a Igreja. Há reflexões sobre este texto que devemos levar em consideração, uma é como se comportar com os que se dizem parte do Corpo de Cristo e são pecadores. A bíblia nos diz a respeito desses que não devemos firmar laços e nem nos relacionar com estes, pois são pedras de tropeços e devem ser passar por ostracismo até aprenderem a lição e serem tratados e sarados por Deus.

Porém não é o que acontece, muitos com objetivos eleitoreiros, o que é ainda mais grave, a política é mais válida do que a Palavra de Deus. Assim os políticos dentro da igreja, políticos na ironia e não os representantes do povo, preferem manter a imagem a realmente tratar as coisas à Luz de Deus, deixando alguém com impureza ministrar no Templo do Senhor, transformando o Altar Santificado em altar para Baal.

Vale ressaltar a comparação que Paulo, autor da carta de I Coríntios, faz referente aos que se dizem cristãos e são impuros e aos que não são cristãos, como segue nos versículos posteriores:

“Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.” I Coríntios 5.12-13

Devemos entender que isso em nada há relação com as queridas pessoas que precisam de assistência, mas sim, voltado para alguém de coração duro que em nada quer cortar seus vínculos com o pecado e a corrupção. Devemos amar o nosso próximo e odiar o pecado.

Paulo diz que devemos deixar os pecadores que não conhecem a Cristo para serem julgados por Deus, porém aos que tiveram acesso a Palavra e não a praticam nós devemos exortar, o engraçado é que estamos acostumados a ver o contrário nas igrejas. Lançam julgo sobre as costas dos ímpios e os pecadores que são da igreja é passado a mão na cabeça. Os motivos disso são diversos, porque se exortar o falso cristão ele irá sair da igreja, ou que ele possui um cargo e isso intimida alguns membros, ou pior no caso da liderança preocupada com o dízimo dele. Mas pensando nisso é tudo oferta a Baal.

Deixo a vocês um conselho se preocupem a agradarem a Deus e não ao homem, pois é de Deus que vem o Socorro, a Salvação, do homem só vem a desilusão e decepção. Lembrando que profeta não é aquele que só fala da prosperidade, estes há um monte por aí, assim como havia em Israel e foram advertidos. Mas profetas são porta-vozes de Deus que apontam a injustiça, mesmo esta vindo do sacerdócio ou dos governantes.

Como cristãos temos um chamado sacerdotal. Seu sacrifício não foi em vão e nos permitiu achegarmos a Pai. Mas em nossas práticas muitas vezes ignoramos isso.

“Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. Porque todo o sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; por isso era necessário que este também tivesse alguma coisa que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem tampouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei.”

Hebreus 8:1-4

"Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. Porque todo o sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; por isso era necessário que este também tivesse alguma coisa que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem tampouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei." Hebreus 8:1 a 4 No Antigo Testamento relata que os Sacerdotes ofereciam sacrifícios em razão dos pecados do povo, o Tabernáculo fundado por mãos humanas era o lugar de encontro com Deus. Entretanto Deus enviou Jesus seu filho amado à terra para ser o próprio sacrifício vivo. E derramar seu sangue por nossos pecados, note então que já não há mais necessidade de templos criados por homens e nem sacrifícios de sangue e sim de compreendermos que Jesus é o Sacerdote Eterno, vivo, presente, real e Santo. Pois Deus lhe exaltou sobre maneira e agora está a destra do Pai. Ele é o Sacerdote que intercede por nossas orações e suplicas a Deus. Sendo assim, com o sacrifício de Jesus e o véu rasgado, temos total acesso a Deus, não apenas o sumo-sacerdote como definido pela Lei de Moisés. Assim, somos nossos próprios sacerdotes e nada é necessário para comungarmos diretamente com Deus, devido a sua Graça manifesta através de nosso arrependimento.

No Antigo Testamento relata que os Sacerdotes ofereciam sacrifícios em razão dos pecados do povo, o Tabernáculo fundado por mãos humanas era o lugar de encontro com Deus.

Entretanto Deus enviou Jesus seu filho amado à terra para ser o próprio sacrifício vivo.

E derramar seu sangue por nossos pecados, note então que já não há mais necessidade de templos criados por homens e nem sacrifícios de sangue e sim de compreendermos que Jesus é o Sacerdote Eterno, vivo, presente, real e Santo. Pois Deus lhe exaltou sobre maneira e agora está a destra do Pai. Ele é o Sacerdote que intercede por nossas orações e suplicas a Deus.

Sendo assim, com o sacrifício de Jesus e o véu rasgado, temos total acesso a Deus, não apenas o sumo-sacerdote como definido pela Lei de Moisés. Assim, somos nossos próprios sacerdotes e nada é necessário para comungarmos diretamente com Deus, devido a sua Graça manifesta através de nosso arrependimento.

Seguindo esta linha, qual o motivo de você ser tão dependente de um sacerdote. Não teria Cristo vinculo conosco através de seu Espírito? Muitos ignoram este fator e vivem como os hebreus na época da Lei, ao qual dependiam dos sacerdotes para comungar com Deus.